Thursday, March 25, 2010

Philadelphia mais a fundo

A bela Jill, organizadora atenta e doce, de figura delicada e esvoaçante por todo o lado.
O grande Bill Costa, personagem aparentemente mau feitio que mostrou o coraçãozão a cada dia que passava. Uma deliciosa criatura de olhos azuis.
Representantes do Império decaíso (luso) e do império do porvir (China, com o Sr. Ho, e Índia com o super Kandarp). Atrás, o sueco que se juntou para dar equilíbrio:)
O Benn-child.
"Os fixes!" à porta do Ballroom, divertidos pelos dias em que se compram livros que interessam e se assinam pelos autores ali mesmo.
aO jovenzíssimo Johnatan, recém acabado de ganhar uma bolsa de estudo da ACA, despois do intenso trabalho de apoio destes dias (e antes de pegar em mim e me fazer girar no meio do corredor:)
sO aspecto da conferência final, com o presidente da ACA de venda no olho, na entrega de um importante prémio de carreira ao Sr. Ho, da Universidade de Manegement de Singapura, cuja intervenção se centrou em dizer, basicamente, que os EUA deixariam em breve de ser a potência suprema para dar lugar à India e China e que os americanos iam ter que redescobrir novos valores. (Acho que nunca me apeteceu tanto aplaudir de pé, como quando o fizemos, ao final!)
A fantástica Angie artista, num duelo de fotos num fim de tarde de trabalho pela cidade.
A jovem Whitney, de quem comprei o livro. Apanhadas enquanto falámos de pintar.
O louco investigador, vijaiero e fotógrafo oficial Benn, eterna criança dentro, de barbas brancas por fora. Num pós workshop de 4 horas, o grupo participante agarra o prof (americano mais americado impossível!) no edifício mais alto de Phily. Um grupo em grande!
A dulcíssima Cecília, também participante no meu workshop, como mentora de exercícios improvidados no meio do corredor, para "esticar" no intervalo de um workshop mais chato. (A isto seguiu-se uma corrida em marcha rapida até ao ballroom. Ganhei eu).
Os resultados do workshop de Criatividade Subconsciente, dados pela fantástica e sensível Angie.

Os resultados coloridos do meu workshop, guardados num caderno pela querida Mary Kyin, ao lado do amigo luso.Quando, no fim, os companheiros de trabalhos e fazem amigos.
A malta dos sapatos divertidos.
O fantástico Edward, com quem me ri tantíssimo e que não perdeu oportunidade para roncar nos workshops que não lhe interessavam tanto, ou gargalhar sempre que achava piada.
Os exercícios-mini-palestras matinais do Jon, demolidor de convencionalismos.
A querida Rosemary, num pós festa no seu quartão, com assistência de quase metade da conferência.
O super Joe e o jovem Heiz ajudante, sempre prontos para dar uma mão e soltar um sorriso. A foto não oficial do super convidado de honra e ilustres companheiros:)
O louco Jon!
Los tres habladores del castellano de la conferencia!

Depois de escrever sobre a experiência do Congresso ficou tudo por escrever sobre a experiência do Congresso.

Ficou por escrever que confirmo esta fortíssima sensação de que tudo é possível e alcançável. DE que a vontade e o desejo são suficientes, quando juntos a um trabalhos sistemático, claro!, para chegar onde é importante a cada momento.

Sinto-me privilegiada por ter conhecido algumas pessoas, por ter podido falar de alma a alma com elas e aprender-lhes do fundo. Por ter podido ouvir de perto algumas ideias inovadoras e discutido o seu impacto.

Por ter recebido feedback sobre o trabalho que desenvolvo de outra cultura. Por ter podido discutir as bases do que faço e creio com pessoas de áreas tão diferentes e ter recebido delas atenção e interesse.

Marcou-me o bom humor com que as pessoas me diziam que gostavam da minha roupa colorida ou da forma como descreviam as minhas “alegres e enérgicas saídas do elevador ou alegres e enérgicas passagens pelos corredores”.

Gostei de, durante 3 dias ter esquecido que o mundo existia para além deste Hotel Marryot. Porque o calor que emanava era suficiente para me fazer viver em paz durante esta curta estância.

E gostei dos curtos passeios que dei com o amigo luso, com o pequeno grupo de participantes num dos workshops ou do par de abraços realmente abraços que se deram entre pessoas especiais.

Agora estou quase a chegar a NY e quase que tenho medo que esta magia se perca no maravihivamento que está por vir.

E que me esqueça do bom que era rir-me à mesa sobre as diferenças de americanos de diferentes lugares, ou do bom que foi ouvir o Sr. Ho, de Singapura, que, depois de lhe ver atribuído um super prémio internacional se manteve disponível para apertar a mão, tirar fotos e comentar detalhes curiosos com todos nós.

Philadelphia e toda a experiência ficam no coração, realmente, bem guardados, no espaço especial dedicado ao fabuloso que é acreditar, poder e sentir forte.





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