Depois de escrever sobre a experiência do Congresso ficou tudo por escrever sobre a experiência do Congresso.
Ficou por escrever que confirmo esta fortíssima sensação de que tudo é possível e alcançável. DE que a vontade e o desejo são suficientes, quando juntos a um trabalhos sistemático, claro!, para chegar onde é importante a cada momento.
Sinto-me privilegiada por ter conhecido algumas pessoas, por ter podido falar de alma a alma com elas e aprender-lhes do fundo. Por ter podido ouvir de perto algumas ideias inovadoras e discutido o seu impacto.
Por ter recebido feedback sobre o trabalho que desenvolvo de outra cultura. Por ter podido discutir as bases do que faço e creio com pessoas de áreas tão diferentes e ter recebido delas atenção e interesse.
Marcou-me o bom humor com que as pessoas me diziam que gostavam da minha roupa colorida ou da forma como descreviam as minhas “alegres e enérgicas saídas do elevador ou alegres e enérgicas passagens pelos corredores”.
Gostei de, durante 3 dias ter esquecido que o mundo existia para além deste Hotel Marryot. Porque o calor que emanava era suficiente para me fazer viver em paz durante esta curta estância.
E gostei dos curtos passeios que dei com o amigo luso, com o pequeno grupo de participantes num dos workshops ou do par de abraços realmente abraços que se deram entre pessoas especiais.
Agora estou quase a chegar a NY e quase que tenho medo que esta magia se perca no maravihivamento que está por vir.
E que me esqueça do bom que era rir-me à mesa sobre as diferenças de americanos de diferentes lugares, ou do bom que foi ouvir o Sr. Ho, de Singapura, que, depois de lhe ver atribuído um super prémio internacional se manteve disponível para apertar a mão, tirar fotos e comentar detalhes curiosos com todos nós.
Philadelphia e toda a experiência ficam no coração, realmente, bem guardados, no espaço especial dedicado ao fabuloso que é acreditar, poder e sentir forte.
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