O material todo preparado sobre a mesa. Os participantes interessados a postos para começar.
O coração rápido, mas não intranquilo. Apetecia-me começar, ver que tal.
O grupo seguiu. Participou, riu-se, percebeu, perguntou.
O idioma foi ajudado pela paixão dada pelo não verbal. E os 90 minutos voaram e alongaram-se.
Criou-se a sinergia necessária para que o conteúdo se fizesse leve através da forma.
E assim ficou apresentado a minha comunicação hands-on, para gente que ouviu, tocou e criou.
Experência bestial!
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