Os habitantes de Poble Nou: entre as três amigas (arranjadérrimas) que falam de saúde e do senhor indigente que solta ao menino que cai "Não chores, guapo. Os guapos não precisam de chorar.... (silêncio)... E ainda por cima tens mãe para te cuidar, por isso não precisas de chorar"...
As possibilidades abundavam e seguir qualquer uma delas era irresistível.
Assim que agarrei numa Bicing depois de ajudar uma amiga em mudanças de pouca coisa e rumei em direcção à fuga do centro.
Já apetecia há uns tempos, e assim fui parar a Poble Nou. Um bairro antes obreiro, logo usado pelos artistas, sobretudo pelos enormes armazéns transformados em ateliers de vários estilos e em que vida acontece.
As novas construções empurram os artistas do bairro e a vidilla tende a transformar-se de novo. As antigas fábricas, ex-ateliers, dão lugar forçoso às novas construções.
E o bairro transforma-se numa mistura estranha, em que novo e velho se tocam sem se juntarem...
Ficam algumas das paisagens de um bairro muito peculiar, apetecível, intrigante, misterioso e característico....
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