

Era dia pós-chegada de mãe e nada melhor do que, depois de uma jantarada em casa, cheia de comidas e bons amigos, entre conversas catalano-portuguesó-castelhanas, sair para dançar.
O palco? O do Tradicionarios, um genial festival de cultura folk, que abriu com um envolvente concerto de música em voz de sereia guerreira, capaz de arrepiar os pêlos dos mais machos dos machos e terminou com os deliciosamente melódicos Amanida Folk, a banda de que já mais notas de música devo ter dançado até hoje.
Na enorme sala o ar encheu-se de mãos dadas, ritmo, muitos sorrisos, entusiasmo, aprendizagem e olhares grandes, ao som do solo de violino, acordeão ou flauta transversal.
Entre ensinar a duas pessoas mais velhas os passos recém aprendidos, e ser levada na valsa a 8 tempos por um francês bailador de fazer voar e rodopiar sem parar, num mágico momento de partilha da canção preferida, a noite acabou a voar... Como eu!
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