Há dias de reflexão ao fim da tarde que põem expressões na cara que só por si dizem coisas...
Esta boa fotografia da minha boa cara (de c*) apanhou-me a pensar nos amores...
Pensava no volátil que são. Pensava no difícil de manter que me parecem.
Pensava na chatice que é encontrar-se alguém "compativel" que por A ou B não se compatibiliza na prática e anda prá frente e pra trás na roda do quero-não-quero.
Pensava que quanto mais os conheço menos percebo seja o que for.
Pensava que às vezes era interessante que a vida fosse simples nesse aspecto.
Pensava que tinha pena de sentir que me escapo pelos dedos alheios, em mãos que só depois de perceberem que caí, se fecham para me agarrar.
Esta frase fez sentido....
Vou repeti-la, como meu refrão de história de amores...
Tenho pena (ou algo mais) de escapar-me por dedos alheios, em mãos que só depois de perceberm que caí se fecham para me agarrar....
Gostei.
Vou passar isto a castelhano a ver se continua a fazer assim de sentido!
Me da pena de sentirme escapar por entre dedos ajenos, en manos que solo después de que se dan cuenta de que he caído, se cierran para agarrarme.
Pois... Continua a fazer sentido.
Pronto, já se percebe o porquê da cara, não percebe? Eu percebo.
E pronto, fechada a loja para lamechices de amôôôôôôr!:)
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