O dia seguinte a Tossa del Mar foi passado nos interiores, a fugir da chuva e a continuar a refrescar de outras maneiras. Desta vez pedi ajuda ao Dali (parece que este sistema de ser conduzida por mestres do modernismo e afins dá imenso resultado, especialmente quando se está a milhas de distância dos mestres do nosso supra-realismo -leia-se as pessoas reais que acompanham a nossa vida real).
E foi no seu Teatro-Museu-Dali que passei horas em que esqueci a fome (ou seja, valeu mesmo a pena, tendo em conta a minha condição de antropófaga permanente!), a camuflar-me por entre as coisas bonitas que os olhos agarravam.
3 comments:
Se o Alípio Ribeiro (Dali era só nome artistico...) fosse vivo e te apanhasse a jeito, aposto qu mandava a Gala passear num instante....
Assim te descubro os passos... em terras tão emocionantes... Dali...
e agora eu também aqui...
Posso invadir?
Jane-Joana, não invades, complementas!
Bem-vinda ao meu espaço de partilha inter e intra pessoal!
A partir de agora passas a ser mais um dos destinatários mentais a quem dedico a narração desta aventura, (além de mim própria!)
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