

Estas foram as paisagens deste fim de semana. A deliciosa Leiria, com encanto a transbordar e a grande Lisboa, com uma luz de pasmar...
O pretexto foi o trabalho. Mas o que trouxe de volta foi mais. Muito mais.
Foi família, foi gente nova, foram amigos do peito, foram experiências magníficas, foram grupos deliciosos, foi gargalhada e partilha.
Foi um fim de semana corrido, com muito de tudo. E ainda a possibilidade de dar perspectiva ao tudo que cá vivo.
Cada vez sinto que escolhi o mais perfeito dos trabalhos, que encaixei na minha actividade profissional como uma panqueca bem feita ou um crepe que gira na sertã.
Porque amo o que faço e me divirto e aprendo e tenho possibilidade de partilhar tudo isso.
Por aqui ainda não arrancou a minha actividade. Ainda não consegui que me fosse dada a largada para essa corrida.
A princípio o desânimo. Pouco a pouco o aceitar. Que talvez, como ouvi, seja este ainda, o tempo de receber e não de dar.... Custa, especialmente às pulgas eléctricas como moi même, mas entende-se e integra-se. E segue-se.
E vou saciando o desejo de trabalho com experiências como estas, no país de donde saí... E ao qual volto para colher afecto e gozo laboral.
Como se de uma cadeia se tratasse, recebo cá e dou ali. Formo-me cá e formo lá. E aprendo esta "dança" de intercâmbios que me permite momentos tão importantes como os Encontros de TCI, as aulas de Master ou as sessões de Contact em Barcelona, e os workshops de Corpo e Voz em Leiria e o trabalho de Espaço em Lisboa.
É a perfeição da partilha, deste dar e receber. Aprender cá para devolver lá e voltar para cá com mais ânimo ainda de sorver tudo!... Numa cadeia que aproveito e com a qual gozo muito...
Assim foi este fim de semana mágico, em que se trocam sítios e experiências. E se ganha vida.
1 comment:
panqueca mia. acredita que encaixas muito bem. que és óptima no que fazes.
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